19 novembro, 2007

Nova Basilica da Santíssima Trindade

MUSEU DE CRISTO - Único no Mundo

Visita a Fátima

MUSEU DE CERA EM FÁTIMA

Osteopatia para Todos








A Direcção da Associação dos Amigos de Albufeira, em conjunto com M.Silva D.O. Osteopatia pela Universidade de Lisboa. Formado pelo instituto de Técnicas de Saude de Lisboa, celebraram um protocolo, que permitirá aos seus sócios usufruirem de um desconto nas seguintes areas:

  • Massagem de Recuperação Funcional
  • Massagem Geral
  • Electropia
  • Shiatsu Geral
  • Terapia Sacro-Craneana
  • Drenagem Linfática
  • Massagem Desportiva Geral
  • Massagem Desportiva de Recuperação Funcional
  • Ginásio de Recuperação Funcional

HORÁRIO

  • De Segunda a Sexta-feira das
  • 09h00 às 13h00
  • 15h00 às 19h00

PREÇÁRIO

  • Osteopatia - 35€ +/- 45min. com 20%
  • Séries de 5 Tratamentos (1 Grátis) 140€
  • Tratamento massagem de recup. funcional - 25€ 1/2 hora
  • Shiatsu - Geral 35€ com 20%
  • terapia Sacro/Craneana - 35€ com 20%
  • Massagem Geral - 25€ com 10%
  • Drenagem Geral - 35€ com 20%
  • Massagem Geral Desportiva - 25€ com 10€

DEPILAÇÃO

  • Virilhas - 10€
  • Buço - 5€
  • Axilas - 10€
  • 1/2 perna - 17.50€
  • Perna Inteira - 25€

Estes preços têm o desconto de 10%.

07 novembro, 2007

USALBI


USALBI – Universidade Sénior Albicastrense
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Nas horas amargas que a Vida nos reserva, tivemos conhecimento do trágico acidente que vitimou gente do nosso meio e da nossa Amizade.

Queremos acompanha-los na vossa dor nestes momentos tristes e dolorosos que enlutaram a vossa Universidade.

Com grande consternação apresentamos as nossas sinceras condolências
a todos os familiares das vitimas, assim como, aos dirigentes, alunos e professores da USALBI.

Com um grande ABRAÇO da Associação dos Amigos de Albufeira, responsável pela gestão da nossa UATI – Universidade de Albufeira para a Terceira Idade.

05 novembro, 2007

CONVITE

TERTÚLIAS DE POESIA E DE OBRAS LITERÁRIAS
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A ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DE ALBUFEIRA TEM O GRATO PRAZER DE CONVIDAR OS SEUS ASSOCIADOS BEM COMO PROFESSORES E ALUNOS DA UATI-Universidade de Albufeira para a Terceira Idade, A PARTICIPAR NAS TERTÚLIAS QUE OCORRERÃO NO 3º. SÁBADO DE CADA MÊS, ENTRE AS 15,00 HORAS E AS 17,00 HORAS, NAS INSTALAÇÕES DA UATI, NO ÂMBITO DA POESIA E DAS OBRAS LITERÁRIAS.ESTA INICIATIVA TERÁ A COORDENAÇÃO DA PROFESSORA MARIA DE JESUS MAGALHÃES E É MAIS UMA VERTENTE DA DISCIPLINA DE TAI-CHI/JOGRAIS.

31 outubro, 2007

PASSEIO CULTURAL A FÁTIMA

Passeio Cultural a Fátima - 17/18 de Novembro de 2007
PROGRAMA

Locais a visitar:
Sábado dia 17 - Tarde
Exposição Fátima e Luz (Museu do Ouro)..... 15:00 horas
Novo Carmelo de Fátima (a não perder)........ 16:00 horas
Tempo livre após as visitas, até ao jantar...... 19:30 horas
Cerimónias na Capelinha das Aparições........ 21:00 horas
Domingo dia 18
Visita à Nova Basilica da Santíssima Trindade (hora a combinar)
Museu de Cristo....15:00 horas (a não perder)
Hospedagem: Hotel Pax ****
Dia 17
Almoço..........13:00 horas
Jantar............19:30 horas
Dia 18
Pequeno Almoço das 08:00 às 10:00 horas
Almoço...... 13:00 horas
Saída de Fátima pelas 17:00 horas - Hotel







26 outubro, 2007

Brincando com a GRAMÁTICA !!!

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. O artigo, era bem definido, feminino, singular. Ela era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingénua, silábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos. O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro. Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento. Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se. Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo. Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo. Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula. Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros. Ela, totalmente voz passiva. Ele, completamente voz activa. Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais. Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa. Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular. Ela era um perfeito agente da passiva; ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisto a porta abriu-se repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas, ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história. Os dois olharam-se; e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício. Que loucura, meu Deus! Aquilo não era nem comparativo. Era um superlativo absoluto. Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos. Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que, as condições eram estas: Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história. Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

Alberto David. Prof. na UATI

ÀS MULHERES DA MINHA VIDA....

Elogio profundamente merecido!"Hoje têm quarenta e muitos anos, inclusive cinquenta e tal, e são belas, muito belas, porém também serenas, compreensivas, sensatas e sobretudo diabolicamente sedutoras, isto, apesar dos seus incipientes pés-de-galinha ou desta afectuosa celulite que capitoneam as suas coxas, mas que as fazem tão humanas, tão reais. Formosamente reais.Quase todas, hoje, estão casadas ou divorciadas, ou divorciadas e casadas, com a intenção de não se equivocar no segundo intento, que às vezes é um modo de acercar-se do terceiro e do quarto intento. Que importa?Outras, ainda que poucas, mantêm um pertinaz celibatarismo, protegendo-o como uma fortaleza sitiada que, de qualquer modo, de vez em quando uma ou outra abre as suas portas a algum visitante.Que belas são, por Deus, as mulheres da minha geração!Nascidas sob um qualquer signo, com influência da música dos Beatles, de Bob Dylan, de Lou Reed, do melhor cinema de Kubrick e do início do boom latino-americano, são seres excepcionais.Herdeiras da revolução sexual da década de 60 e das correntes feministas, elas souberam combinar liberdade com coqueteria, emancipação com paixão, reivindicação com sedução.Jamais viram no homem um inimigo, apesar de lhe cantarem algumas verdades, pois compreenderam que a sua emancipação era algo mais do que pôr o homem a lavar a louça ou a trocar o rolo do papel higiénico quando este tragicamente se acaba.São maravilhosas e têm estilo, mesmo quando nos fazem sofrer, quando nos enganam ou nos deixam.Usaram saias indianas aos 18 anos, enfeitaram-se com colares andinos, cobriram-se com suéteres de lã e perderam a sua parecença com Maria, a Virgem, numa noite de sexta-feira ou de sábado, depois de dançar El Raton com algum amigo que lhes falou de Kafka, de Neruda e do cinema de Bergman.No fundo das suas mochilas traziam pacotes de rouge, livros de Simone de Beauvoir e fitas de Victor Jara, e, ao deixar-nos, quando não havia mais remédio senão deixar-nos, dedicavam-nos aquela canção, que é ao mesmo tempo um clássico do jornalismo e do despeito, que se chama "Teu amor é um jornal de ontem".Falaram com paixão de política e quiseram mudar o mundo, beberam rum cubano e aprenderam de cor as canções de Sílvio Rodriguez e de Pablo Milanez, conhecerem os sítios arqueológicos, foram com seus namorados às praias, dormindo em barracas e deixando-se picar pelos mosquitos, porque adoravam a liberdade e, sobretudo, juraram amar-nos por toda a vida, algo que sem dúvida fizeram e que hoje continuam a fazer na sua formosa e sedutora madureza.Souberam ser, apesar de sua beleza, rainhas bem educadas, pouco caprichosas ou egoístas. Deusas com sangue humano. O tipo de mulher que, quando lhe abrem a porta do carro para que suba, se inclina sobre o assento e, por sua vez, abre a do seu companheiro por dentro.A que recebe um amigo que sofre às quatro da manhã, ainda que seja seu ex-noivo, porque são maravilhosas e têm estilo, ainda que nos façam sofrer, quando nos enganam, ou nos deixam, pois o seu sangue não é suficientemente gelado para não nos escutar nessa salvadora e última noite, na qual estão dispostas a servir-nos o oitavo uísque e a colocar, pela sexta vez, aquela melodia de Santana.Por isso, para os que nascemos entre as décadas de 40 e 60, o dia da mulher é, na verdade, todos os dias do ano, cada um dos dias com suas noites e seus amanheceres, que são mais belos, como diz o bolero, quando está você.Que belas são, por Deus, as mulheres da minha geração!" Este texto, que eu assumo na plenitude, foi-me enviado pelo meu querido Amigo António Melo e desconhecemos quem seja o seu autor.

Publicado por: Alberto David. Prof. Na UATI